Estação transmissora

Local onde pessoas e cargas desmaterializam-se, depois de entrar em um transmissor de matéria, e são transportadas a grandes distâncias instantaneamente para se rematerializar em uma outra estação. Por toda a Terra há estações transmissoras públicas, que permitem o transporte instantâneo para qualquer ponto do Sistema Solar. Os transmissores de matéria podem ser divididos em três classes. Os transmissores unipolares, que requerem uma estação de transmissor e de recepção (a contraestação ou estação oposta), são particularmente difundidos. Ambas as estações têm, portanto, um polo. Os transmissores bipolares precisam apenas de uma estação que pega objetos de um destino ou os transporta para lá, a estação de envio ou recebimento do local de destino é formada por um campo de desmaterialização ou rematerialização do transmissor bipolar. Por fim, com um transmissor tripolar, os objetos podem ser movidos de um lugar para outro sem precisar entrar em contato com o transmissor. Os transmissores estacionários não são usados ​​para uma transferência local, mas para uma preservação local a longo prazo ou uma transferência para outro estado. Como em outros tipos de transmissores, o corpo é desmaterializado hiperdimensionalmente, mas permanece fixo ao dispositivo em questão. Essa técnica já era conhecida pelos lemurenses e também pelos aconenses.


Créditos: 

Fontes


  • PR11, PR202, PR545, PR607, PR651.
  • Seção Glossário da edição digital da SSPG: volumes especificados no campo Glossários Veiculados.
  • Internet: Informações extraídas em parte do site Perrypedia (www.perrypedia.proc.org). This article uses material from the Perrypedia article “Transmitter”, which is released under the GNU Free Documentation License 1.2.
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