Tecnologia

Espaçonaves, veículos, armamentos, sistemas de computação, robôs e substâncias artificiais da narrativa.

Brander

Espaçonave especial terrana, tinha formato globular e um diâmetro de oitocentos metros. Pertencia à classe Dragon, e desse modo tinha a capacidade de penetrar profundamente na atmosfera solar, sem ser danificada pelo calor inimaginável que reina ali. Originalmente ela tinha sido pensada como nave de exploração, porém o surgimento dos cappins no Sistema Solar e, antes disso, o descobrimento do Satélite da Morte no Sol, a tinham desviado um pouco de sua finalidade. Havia naves auxiliares a bordo, com as quais a tripulação poderia se colocar em segurança.

Brae Burn

Espaçonave extraterrestre, uma unidade arcônida do tipo cruzador ligeiro com 100 m de diâmetro da antiga frota robotizada. No ano 2436, era uma nave velha pertencente aos plofosenses. O comandante era o tenente-coronel Haiker Lastron.


 

Box-86104

Espaçonave extraterrestre. Era uma nave fragmentária dos pos-bis no ano 3438, uma nave de combate relativamente pequena.


 

Box-40009

Espaçonave extraterrestre, uma nave fragmentária dos pos-bis. Em maio do ano 3459, ela era a nave capitânia da frota pos-bi nessa época. A paraválvula Hoschtra foi instalada nela.


 

Box-23114

Espaçonave extraterrestre. Era uma nave fragmentária dos pos-bis. No ano 3431, fazia parte da frota de abastecimento dos pos-bis para o Sistema Ghost, como o Sistema Solar foi denominado nessa época.


 

Box-13111

Espaçonave extraterrestre, uma nave fragmentária dos pos-bis. Nos últimos dias do mês de maio do ano 2436 ela estava estacionada no setor de Órion, servindo como nave-transporte. Ela era importante ali, porque servia as mais de seiscentas naves terranas que estavam operando naquele setor e eram obrigadas a entrar em combate com os dolans. Aquelas naves dependiam do fluxo regular de abastecimento. Entretanto, os dirigentes terranos precisaram retirá-la daquele setor de combate, pois precisaram dela para realizar uma experiência fora do comum.

Box-9781

Espaçonave extraterrestre. Era uma nave fragmentária dos pos-bis. O comandante era P-2. No início de outubro do ano 2400, acompanhou o voo da nave Androtest I junto com a Box-9780.


 

Box-9780

Espaçonave extraterrestre. Era uma nave fragmentária dos pos-bis. O comandante era P-1. No início de outubro do ano 2400, acompanhou o voo da nave Androtest I junto com a Box-9781.


 

Box-8323

Espaçonave extraterrestre, uma nave fragmentária dos pos-bis.

Detalhes técnicos


Essa era um cubo irregular com cerca de dois quilômetros de aresta. Havia saliências assimétricas em seu casco, cúpulas redondas, estranhas antenas e inúmeras escotilhas. Os geradores montados no seu interior produziam um imenso campo antigravitacional, que fazia com que a massa tremenda ficasse suspensa apenas alguns centímetros acima do solo. Se não fosse isso, o peso da nave provavelmente afundaria o solo.

Box-7149

Espaçonave extraterrestre, uma nave fragmentária dos pos-bis. A nave em si era um cubo irregular com um comprimento de canto a canto de aproximadamente três mil metros. Era uma nave de comando dos pos-bis e por isso, ao contrário das outras unidades desse tamanho, estava equipada com seis cúpulas de aço para receber o plasma celular. As cúpulas de aço, também chamadas de centrais de comando, tinham um diâmetro de doze metros e uma altura no ponto médio de cinco metros.

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