Tecnologia

Espaçonaves, veículos, armamentos, sistemas de computação, robôs e substâncias artificiais da narrativa.

Comando de eliminação de corpos estranhos

Tecnologia computacional. Era um comando secreto do robô gigante Old Man destinado à destruição de corpos estranhos. Era dirigido por um cérebro positrônico oculto. Sua tarefa consistia exclusivamente em destruir implacavelmente qualquer corpo estranho que não fosse um terrano legítimo ou um robô programado em benefício da Humanidade que entrasse a bordo do robô gigante – ou então destruir completamente o robô gigante, caso alguma inteligência extraterrestre conseguisse chegar ao cérebro central.

Comando-compensador

Termo tecnológico. Era um dos segredos mais severamente guardados dos construtores do centro. O princípio do seu funcionamento jamais poderia ser conhecido por estranhos. Somente com ele era possível usar a propulsão dimetrans no âmbito de alcance da luz azul do centro da galáxia M-87. O seu invólucro tinha o tamanho de um ataúde.


 

Comandante (positrônica de Vênus)

Tecnologia computacional. Trata-se do gigantesco cérebro positrônico da antiga base arcônida no planeta Vênus. Era o maior cérebro positrônico, além do grande cérebro central localizado em Árcon. Ocupava toda uma parede de um salão da antiga fortaleza, que media cerca de 30 m de largura e 15 de altura. Foi construído pelos colonos arcônidas há cerca de dez mil anos. No ano de 1972, fazia cerca de oito mil anos que o último ser vivo tinha morrido, quando Perry Rhodan o encontrou pela primeira vez. Daí em diante passou a obedecer ordens de Rhodan.

Coluna de chamada

Dispositivo tecnológico. Tipo de aparelho de comunicação comunitária terrano, no século XXXV. São colunas que saem do solo, instaladas perto das ruas. Era possível ser utilizadas por qualquer pessoal que soubesse mexer nas suas comutações. Era possível pedir carros de aluguel nas cidades.


 

Coluna de informações

Meio de transporte dos ganjásicos no planeta Erysgan. Era um comboio de veículos pequenos. Eles eram baixos e largos, com entalhes em forma de funil, no meio. Eles se deslocavam em fila indiana. Cada um desses veículos era um centro calculador móvel, que ia de cidade em cidade, coletando informações e as transmitia. Eram veículos de metal polido. As suas placas externas refletiam a luz do sol. Eles não possuíam nem rodas nem cilindros. Nem mesmo colchões energéticos podiam ser reconhecidos. Em cima do teto de cada veículo havia uma saliência semicircular.

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